Sobre a Mãos à Obra

Esta plataforma nasceu de uma conversa entre amigos, espalhados por vários países, mas unidos pelo mesmo sentido de urgência. À distância, e também a partir de Portugal, acompanhámos o impacto da tempestade que atingiu várias regiões do país e percebemos rapidamente que o problema não é apenas a destruição visível, mas também a dificuldade em encontrar, em tempo útil, empresas e profissionais da área da construção civil capazes de apoiar na reconstrução.

Com percursos diferentes, trouxemos para a mesma mesa experiências complementares. Fabiana Bravo, jornalista açoriana que viveu mais de 10 anos na Alemanha, e Álvaro Magalhães, engenheiro de software e colaborador de um órgão de comunicação social, a viver em Berlim, acompanharam profissionalmente a dimensão da situação. André Martins, engenheiro eletrotécnico, estudou e trabalhou durante vários anos em Leiria (uma das zonas mais afetadas pela depressão Kristin) e conhece, de forma particular, o impacto destes acontecimentos. Atualmente, vive e trabalha na Irlanda. Filipe Mendonça, frontend developer luso-brasileiro, a viver em Berlim, e Manuel Dutra, formado em engenharia civil (Instituto Superior Técnico - IST) e frontend developer, ajudaram a transformar esta ideia numa plataforma funcional e acessível. 

Apesar da distância geográfica, partilhamos a mesma convicção: a tecnologia pode (e deve) servir para aproximar pessoas e acelerar soluções concretas. E agora, Mãos à Obra!

Fabiana Bravo

Álvaro Magalhães

André Martins

Filipe Mendonça

Manuel Dutra

"Acreditamos que reconstruir comunidades exige compromisso, competência e soluções imediatas, feitas por pessoas reais, para necessidades reais."

Mãos à Obra

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